A representatividade da ELLE Brasil e o seu triste fim | Jardin.

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08 agosto 2018

Natália Barros

Natália Barros é jornalista com especialização em marketing de moda. Fã dos detalhes, seu mote é sempre apostar em ideias & sonhos com alma. ❤️

A representatividade da ELLE Brasil e o seu triste fim

O sentimento é de grande perda e tristeza. O mercado editorial, e não só ele, mas o da moda como um todo está de luto. Foram trinta anos de publicações relevantes e capas icônicas. A ELLE sempre enxergou a moda andando de mãos dadas às tendências de  comportamento da sociedade. Entendeu que para se reinventar e não perder o timing de renovação diária exigida pelo mercado, precisava ser uma plataforma de conteúdo que provocava o diálogo. E cumpriu este papel com maestria: deixou de ser uma revista e vai virar acervo de colecionador, aquele que a gente vai guardar com carinho e nostalgia para a eternidade.

Relembramos neste post alguns momentos muito representativos para a Jardin, que teve a honra de fazer parte da história da ELLE!